Tripulações da "Evo" nomeiam esta corrida Endurance como "A mais dura de sempre"
Saturday 12 July 2008

The #69 Honeyparty.com team took Evolution PowerPole honours in Tunisia
As tripulações a competir na corrida Endurance de hoje, da classe Evolution do Grande Prémio do Mar da Tunísia, nomearam a corrida como a mais dura que alguma vez fizeram. Com temperaturas na costa de 40ºC e temperaturas no cockpit e motores dos fechados barcos Evolution a excederem os 60ºC, a corrida foi um verdadeiro teste á resistência do binómio homem/máquina.
Apenas quarto barcos terminaram a corrida, o que prova uma verdadeira corrida de atrito, com muitos a sofrerem do forte calor (em particular com problemas na bomba de agua). A maioria das tripulações também sofreu de exaustão devido ao calor, com garrafas de água fresca e toalhas geladas em abundância no pontão do paddock.
“Foi lindo ganhar em condições tão duras que eu quero começar imediatamente a trabalhar o barco para que possa fazer o mesmo resultado amanhã,” diz Pennesi, piloto do barco vencedor #60 GFN Gibellato. “O calor era inacreditável. Já compito há muitos anos, mas nesta corrida eu estava de rastos. Nas últimas quatro voltas, perdemos um dos nossos separadores, por isso o barco estava incontrolável. Isso tornou tudo ainda mais duro. No fim da corrida, eu estava fatigado não conseguia virar o meu pescoço. Nunca competi numa corrida como esta. Foi inacreditável.”
O piloto do terceiro classificado, #99 Fountain Worldwide 1st4boats.com, James Sheppard estava igualmente surpreso com a dureza das condições de corrida, “foi uma corrida fantástica, mas provavelmente uma das mais duras que já corri,” afirmou. “ Já corri na Florida e no Dubai, mas nunca se sentiu tanto calor no cockpit. Como toda a gente nós tivemos problemas com o motor e o sobreaquecimento, por isso só tivemos de aguentar e continuar a puxar. Tiro o chapéu a toda a gente que acabou a corrida, porque foi duro.”
O piloto do #99 Honeyparty.com, Mar Pascoe, disse que o surpreendente mar picado adicionado á natural dureza da prova, deu ao #60 GFN Gibellato um vantagem crucial. “Foi muito duro no mar” disse ele. “Marés realmente horríveis. Será sempre este o caso com o #60 GFN Gibellato a passar pelo pelotão. Assim que aquele barco queima o combustível é quase imparável.”